Entre o entusiasmo dos vendedores de soluções e a desconfiança de quem está na ponta — professores, pesquisadores, estudantes — o ano deixou mais perguntas do que respostas. Este é o panorama do que aconteceu em avanços tecnológicos, mercado educacional, universidades brasileiras e impactos negativos da IA.
Um chatbot para chamar de seu
O uso de chatbots comerciais como o ChatGPT para tarefas acadêmicas acarreta um custo ético significativo: a cessão de propriedade intelectual para treinar modelos proprietários. Conheça uma alternativa para um uso autônomo e soberano da IA Generativa, que passa pela instalação e execução de um modelo de linguagem diretamente em seu próprio computador.
“Ciente”: a palavra que ninguém precisa ler (mas todo mundo escreve)
Por que responder a mensagens coletivas virou uma epidemia comunicacional que prejudica mais do que ajuda.
Aprendendo idiomas com Inteligência Artificial
O domínio de um novo idioma é construído sobre a exposição e a prática frequentes, hábitos que exigem dedicação e regularidade. Com a Inteligência Artificial Generativas, novas ferramentas e cenários surgem para o aprendizado de idiomas. Conheça seus benefícios, desafios e melhores práticas.
Bajulação e servilismo algorítmico
A capacidade da Inteligência Artificial de ajudar os alunos em sua aprendizagem se vê em xeque diante de uma característica dos modelos de linguagem: sua tendência a concordar com o usuário, mesmo diante de equívocos conceituais. Exploramos as implicações das IA sicofantas para o aprendizado e seus seus impactos no contexto educacional.
Dominando prompts na prática (parte 3)
Afinal, é preciso ser educado com o ChatGPT ou qualquer outro chatbot de IA? Além desta dúvida comum abordamos boas práticas que tornam a interação com a tecnologia mais eficaz para educadores, incluindo a documentação, adaptação e compartilhamento de prompts.
Você tem certeza de que não está cometendo plágio?
Todos sabem que é errado. Mas será que todos sabem como pode ser errado? O plágio, um tabu no mundo acadêmico, vive numa linha tênue a intencionalidade e os erros que vêm da falta de familiaridade com a escrita acadêmica. Como, então, evitar os tipos de plágio que vão mais além do “copia e cola” tradicional?
Dominando prompts na prática (parte 2)
Dando continuidade a uma série sobre prompts, vamos abordar técnicas que impactam significativamente a resposta das IAs Generativas. São métodos mais sofisticados como o treinamento refinado por exemplos, a explicitação do raciocínio (cadeia de pensamento), a decomposição de tarefas complexas e o processo iterativo de refinamento, para ir além do básico na interação com a Inteligência Artificial.
A Universidade Aberta mais fechada do mundo?
Promessa de vanguarda digital, a editora da Universidade Aberta da Catalunha (UOC) transforma o que seria uma experiência digital comum em frustração quase analógica. Com software obsoleto e usabilidade limitada, a compra de um livro digital daquela que seria um símbolo global da educação online, uma universidade fundada sobre os ideais de abertura e inovação, acaba sendo anacrônica e contraditória.
Dominando prompts na prática (parte 1)
Na era da Inteligência Artificial Generativa, a interação máquina-humano se dá principalmente via prompt, a instrução textual que guia a IA. Mas, como formular a “pergunta certa” para obter as melhores respostas e evitar ambiguidades? Iniciamos uma série dedicada ao tema, explicando sua importância, explorando sua anatomia, categorizando seus tipos e introduzindo parâmetros que podem refinar significativamente suas interações, permitindo alcançar resultados mais precisos, relevantes e até criativos.
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